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[RESENHA] Drácula, de Bram Stoker


Muito já foi feito dentro da ficção sobre vampiros. Muitos autores ousaram em dar uma roupagem nova a estes seres que tanto assustaram e maravilharam nossas mentes. Richard Matheson com seu bem sucedido “Eu Sou a Lenda” obteve sucesso com sua versão dos chupadores de sangue. Stephanie Mayer e sua Saga vampiresca, apesar de não obter o sucesso da crítica, conseguiu uma legião de fãs apaixonadas por seu vampiro purpurinado. Independente da forma que são apresentados, todos os autores bebem da fonte do maior vampiro que surgiu na literatura: Drácula. Aqui, o autor apresenta aquilo que seria – e é – o retrato que, ainda hoje, permeia nossas mentes quando falamos em vampiros. E o resultado é ótimo.   

[RESENHA] Hell House - A Casa Infernal, de Richard Matheson



Histórias de casas mal-assombradas não são novidade na literatura. Hell House usa deste tema muito enraizado na cultura popular pra destilar o horror de forma ímpar. Desde o início é notável a áurea de mistério que habita aquele imóvel. Junte-se a isso um enredo que mescla o sobrenatural com o cientifico lembrando, em alguns momentos, o debate interno do Padre Merrin e sua busca por saber se a menina está possuída ou não e o uso de Aleister Crowley, um dos nomes mais importantes dentro do misticismo dos últimos tempos para usar como base para compor um vilão extremamente poderoso, doentio e sedento por sangue. O resultado só poderia ser ótimo. 

[RESENHA] Revival, de Stephen King

Ano de lançamento: 2014
Editora: Suma de Letras
Páginas: 376
Nota: 4/5




"Não está morto o que pode em eterno jazer/

Em estranhos éons, mesmo a morte pode morrer.

Isso me deu pesadelos. É sério!
(pág. 269) 

"Não consigo parar de ver os condenados.

A fila se estende ao infinito".
(pág. 267)


SINOPSE
Em uma cidadezinha na Nova Inglaterra, mais de meio século atrás, uma sombra recai sobre um menino que brinca com seus soldadinhos de plástico no quintal. Jamie Morton olha para o alto e vê a figura impressionante do novo pastor. O reverendo Charles Jacobs, junto com a bela esposa e o filho, chegam para reacender a fé local. Homens e meninos, mulheres e garotas, todos ficam encantados pela família perfeita e os sermões contagiantes. Jamie e o reverendo passam a compartilhar um elo ainda mais forte, baseado em uma obsessão secreta. Até que uma desgraça atinge Jacobs e o faz ser banido da cidade. Décadas depois, Jamie carrega seus próprios demônios. Integrante de uma banda que vive na estrada, ele leva uma vida nômade no mais puro estilo sexo, drogas e rock and roll, fugindo da própria tragédia familiar. Agora, com trinta e poucos anos, viciado em heroína, perdido, desesperado, Jamie reencontra o antigo pastor. O elo que os unia se transforma em um pacto que assustaria até o diabo, com sérias consequências para os dois, e Jamie percebe que “reviver” pode adquirir vários significados.

[RESENHA] O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry

Ano de lançamento: 1943
Editora: Agir
Páginas: 96
Nota: 5/5
(★) Top


"Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem

com o coração. O Essencial é invisível aos olhos"
(pág. 70)

"É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros.

Se conseguir julgar a si mesmo,

provará que é um verdadeiro sábio.
(pág. 39)



SINOPSE:
O Pequeno Príncipe - Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.