Editora: Suma de Letras
Páginas: 727
Nota: 5/5
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"Certa vez li uma coisa [...] Era um provérbio japonês.
'Quando há amor, marcas de varíola,
são lindas como covinhas'.
Vou amar seu rosto, não importa como fique,
porque ele é seu"
Ah, Stephen King. O
senhor consegue nos surpreender de formas inimagináveis. Não seria novidade que
eu lhes dissesse que ele é o autor que mais gosto e, também, não seria nenhuma
novidade lhes dizer que Stephen King é um dos maiores – se não o maior – escritor
da atualidade. A mente que produziu obras primas do terror como Carrie, Christine, It a Coisa, O Cemitério dentre outros, também conseguiu
nos emocionar com histórias belas como A Espera de Um Milagre ou no livro de
contos As Quatro Estações. Ele em o dom de fazer rir, chorar, ficar com raiva e mais uma montanha russa de emoções. Mas, desta vez, Stephen King conseguiu me tocar de
um jeito muito profundo falando de algo não muito explorado em seus livros:
amor.
Apesar de ter namorado
o livro desde o momento de seu lançamento em terras tupiniquins, não estava em
meus planos lê-lo agora. Tenho o hábito de ler as primeiras páginas dos livros,
só pra ver um pouco do que o futuro me espera. Simplesmente não larguei mais.
Deixei de lado – por hora – Crime e Castigo (Fiódor Dostoiévski), e me perdi nas mais
de 700 páginas que compõem à obra. E foi fantástico.

