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[RESENHA] Novembro de 63, de Stephen King

Ano de lançamento: 2011
Editora: Suma de Letras
Páginas: 727
Nota: 5/5 
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"Certa vez  li uma coisa [...] Era um provérbio japonês.

'Quando há amor, marcas de varíola,

são lindas como covinhas'.

Vou amar seu rosto, não importa como fique,

porque ele é seu"


Ah, Stephen King. O senhor consegue nos surpreender de formas inimagináveis. Não seria novidade que eu lhes dissesse que ele é o autor que mais gosto e, também, não seria nenhuma novidade lhes dizer que Stephen King é um dos maiores – se não o maior – escritor da atualidade. A mente que produziu obras primas do terror como Carrie,  Christine, It a Coisa, O Cemitério dentre outros, também conseguiu nos emocionar com histórias belas como A Espera de Um Milagre ou no livro de contos As Quatro Estações. Ele em o dom de fazer rir, chorar, ficar com raiva e mais uma montanha russa de emoções. Mas, desta vez, Stephen King conseguiu me tocar de um jeito muito profundo falando de algo não muito explorado em seus livros: amor. 

Apesar de ter namorado o livro desde o momento de seu lançamento em terras tupiniquins, não estava em meus planos lê-lo agora. Tenho o hábito de ler as primeiras páginas dos livros, só pra ver um pouco do que o futuro me espera. Simplesmente não larguei mais. Deixei de lado – por hora – Crime e Castigo (Fiódor Dostoiévski), e me perdi nas mais de 700 páginas que compõem à obra. E foi fantástico.

[CRÍTICA] filme, PREDESTINATION

Voltar no tempo nunca foi tão confuso, legal, emocionante e perturbador.


O gênero ficção cientifica costuma nos apresentar histórias muita boas e por vezes complexas. Alguns filmes, precisamos assistir mais de uma vez pra conseguir entender o que se passou. Lembro que quando assisti o filme PI de Darren Aronofsky, fiquei, tipo, wtf?  O mesmo ocorreu com Matrix, dos irmãos Wachowsky e o ótimo e pouco divulgado Coeherence de James Ward Byrkit. Os irmãos Michael e Peter Spierig, conseguiram fazer jus ao gênero nos apresentando uma obra complexa, forte e ainda por cima, com viagens no tempo com o Paradoxo da Predestinação como norteador do filme.